Conectando imagens por meio de críticas, notícias e tutoriais. Filmes e séries são as atrações principais, mas outras artes visuais também entram em cartaz.
O especial “Band of Brothers: Legacy” revisita, 25 anos depois, a minissérie criada por Tom Hanks e Steven Spielberg. Disponível na HBO Max, a produção reúne depoimentos inéditos de atores do elenco original e do capitão Dale Dye, consultor militar da produção.
A história foi baseada no livro de Stephen E. Ambrose e utilizou entrevistas com veteranos, além de cartas e diários dos soldados, como parte de sua base documental. A minissérie teve orçamento de US$ 125 milhões, o maior já destinado a uma produção desse tipo na época.
Ao longo de dez episódios, “Band of Brothers” acompanha a Easy Company, unidade de paraquedistas do Exército dos Estados Unidos, desde o treinamento até as operações na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. A narrativa concentra-se na experiência dos soldados e nas relações construídas durante o conflito.
Damian Lewis interpreta o major Richard Winters, enquanto Ron Livingston vive o capitão Lewis Nixon. Donnie Wahlberg, Scott Grimes, Neal McDonough, Michael Cudlitz, David Schwimmer e Eion Bailey estão entre os demais integrantes do elenco. Michael Fassbender e Tom Hardy também aparecem na série, em papéis menores, antes de se tornarem nomes de destaque do cinema internacional.
A produção recebeu 20 indicações ao Emmy e venceu sete, incluindo melhor minissérie. Também ganhou o Globo de Ouro na mesma categoria.
O final da 3ª temporada de “Silo” resolve parte dos mistérios apresentados pela série, mas também abre novas possibilidades para a história. Algumas delas envolvem a duração do projeto, a origem de Juliette e o destino dos demais silos.
O projeto foi planejado para durar 500 anos. As cabines de criogenia preservam pessoas durante longos períodos, mantendo-as disponíveis para os diferentes ciclos do projeto. As informações associadas a essas cabines permitem dimensionar há quanto tempo ele está em funcionamento. Na época de Juliette, cerca de 350 anos já haviam passado.
Como Helen foi parar no Silo 18 no início do isolamento e estava grávida de Daniel, a história dos dois pode estar ligada à origem de Juliette. A teoria é que Helen e Daniel sejam antepassados da protagonista.
Os monitores do Silo 1 também dão uma dimensão do projeto. Eles mostram os 50 complexos construídos, embora apenas alguns apareçam iluminados. A imagem levou à teoria de que somente sete silos continuariam ativos. Porém, há quem considere que os silos sinalizados sejam apenas aqueles que enfrentam algum problema, como uma rebelião.
A porta submersa encontrada por Juliette também pode ter uma função maior na história. Uma possibilidade é que ela conecte o Silo 18 ao Silo 1 ou a outros silos.
O paradeiro de Per Stenson, que financiou o projeto, é outra questão em aberto. Uma das teorias é que ele esteja ligado a um silo particular. Também existe a hipótese de que os próprios fundadores tenham provocado o ataque nuclear que levou à ativação do projeto.
Por fim, a série ainda permite uma interpretação mais ampla sobre o mundo exterior. O restante do planeta pode estar habitável, enquanto o experimento se concentra na região dos silos. Nesse cenário, o controle aéreo mantido sobre a área poderia ter relação com o isolamento do projeto.
A 3ª temporada de “Silo” amplia a história para além da sobrevivência dos moradores do Silo 18. Os episódios ambientados no passado mostram como o projeto começou em meio à ameaça de uma guerra envolvendo nanotecnologia. A justificativa oficial era preservar parte da humanidade diante de uma possível catástrofe, com populações distribuídas em complexos subterrâneos isolados.
A dimensão temporal ajuda a explicar por que quase tudo sobre a origem dos silos desapareceu. No Silo 18, os moradores estimam que o complexo existe há mais de 300 anos. A temporada também recupera a rebelião ocorrida 140 anos antes, quando Salvador Quinn promoveu um apagamento coletivo das memórias da população. O procedimento não foi um acontecimento isolado: o sistema informa a Camille que seis silos já haviam passado por apagamentos completos das memórias.
A temporada revela ainda como o Silo 1 supervisiona esse sistema. Seus operadores acompanham os demais complexos e podem intervir quando uma população ameaça romper o isolamento. O contato entre os silos é tratado como uma ameaça à gestão das comunidades.
É nesse contexto que o massacre do Silo 17 ganha outro significado. A população que deixou o complexo conseguiu permanecer do lado de fora durante tempo suficiente para circular pelo terreno. A morte dos fugitivos não ocorreu simplesmente porque o ambiente exterior fosse naturalmente letal. Drones participaram da operação, disparando contra as pessoas e dispersando um composto químico para executar a Salvaguarda fora dos silos.
Isso altera uma das premissas centrais da série. Durante anos, os moradores foram levados a acreditar que sair significava morrer por causa do ambiente exterior. O que se sabe agora é que o Silo 1 pode tornar um ambiente letal quando precisa impedir uma fuga. O composto pode ser liberado antes mesmo de a porta do silo ser aberta, contaminando a área no qual alguém aguarda antes de sair para fazer a “limpeza”.
O próprio Silo 1 ganha outra dimensão. Seus habitantes não vivem como os demais. O complexo funciona como uma estrutura de comando, com equipes responsáveis pelo acompanhamento dos outros silos e câmaras criogênicas que permitem preservar pessoas durante longos períodos. Daniel é mantido nesse sistema e acorda em diferentes momentos para cumprir determinadas funções. Ele passa a ser identificado como Troy, enquanto suas lembranças são apagadas para que possa executar as ordens do Silo 1 sem os vínculos pessoais que poderiam interferir em suas decisões.
A temporada também desmonta outra ideia construída desde o início da série. A voz que orienta os chefes de TI não corresponde a uma inteligência artificial independente. Victor Crnkovich está ligado à operação e às decisões tomadas pelo sistema. Antes de tirar a própria vida, ele deixa uma mensagem para Daniel. Nos flashes de memória que começam a retornar, Daniel vê uma mulher que não consegue identificar. A mensagem de Victor revela que ela é Helen Drew. Isso permite que Daniel comece a recuperar partes de sua história.
Enquanto isso, o Silo 18 consegue interromper a Salvaguarda. Camille engana o sistema ao usar cilindros de oxigênio para simular a presença de gás nocivo, enquanto Knox e os demais bloqueiam a tubulação.
No encerramento, Juliette chega a uma porta subterrânea e é advertida pelo Silo 1. Uma trégua é estabelecida, mas o Silo 18 passa a considerar um ataque contra a estrutura central que controla os demais complexos.
Vale destacar que o episódio também revela mais sobre a Diretiva, que orienta as decisões tomadas para manter o controle sobre os silos. As regras ajudam a entender como o Silo 1 age diante das rebeliões e por que a Salvaguarda é acionada, mas deixam em aberto por que essas diretivas existem e qual foi o papel dos fundadores.
Essas questões alimentam o maior mistério do programa. Por que tudo isso? A 4ª temporada, confirmada como a última, pode finalmente trazer a resposta.
“DAU” é um experimento do cineasta Ilya Khrzhanovsky que transforma a produção cinematográfica em imersão.Em Kharkiv, na Ucrânia, foi construído um instituto de pesquisa inspirado nas instalações soviéticas, com ambientes, objetos, roupas, alimentos, dinheiro e regras correspondentes ao período retratado. Centenas de participantes passaram a viver e trabalhar no local.
A proposta eliminava boa parte das convenções de um set. Não havia roteiro tradicional nem cenas repetidas segundo uma orientação pré-determinada. As pessoas deveriam agir dentro daquele universo, enquanto câmeras registravam o cotidiano. Para preservar a imersão, quem permanecia no instituto ficava separado do mundo contemporâneo: celulares e outros objetos modernos eram retirados, e a comunicação com a vida exterior era interrompida. Sair era possível, mas significava abandonar definitivamente o projeto.
Durante cerca de três anos, o experimento produziu aproximadamente 700 horas de imagens. O material deu origem a um projeto audiovisual com diversos longas. Entre os filmes já lançados estão “DAU. Natasha” e “DAU. Degeneration”.
O novo “DAU”, filme de 165 minutos que estreou no Festival de Veneza desse ano, retoma o projeto original e acompanha Lev Landau (1908–1968), um dos principais físicos teóricos soviéticos do século 20. Ganhou o Nobel de Física em 1962 por sua teoria da superfluidez do hélio líquido e fez contribuições em diversas áreas da física.
“O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, dirigido por Jean-Pierre Jeunet, completou 25 anos de lançamento. O filme acompanha Amélie, uma jovem garçonete que decide interferir discretamente na vida das pessoas ao seu redor. A história, porém, é apenas parte da construção do filme. O que distingue “Amélie” é a maneira como a visão de mundo da protagonista se transforma em linguagem cinematográfica.
Essa abordagem representa uma mudança de tom na carreira de Jeunet. Depois de “Delicatessen” e “A Cidade das Crianças Perdidas”, realizados em parceria com Marc Caro, o diretor preservou o gosto pela estilização, mas o aplicou a uma narrativa mais próxima da comédia romântica. Em vez do realismo, “Amélie” constrói uma Paris filtrada pela percepção da personagem. A fotografia recorre a cores saturadas e contrastes cuidadosamente controlados, enquanto os enquadramentos organizam os elementos da cena de maneira quase coreográfica.
A mesma lógica aparece na montagem. O filme utiliza ritmo ágil, elipses, narração em off e intervenções gráficas para apresentar pensamentos e lembranças de Amélie. Som e trilha sonora participam dessa construção sem simplesmente ilustrar o que está na imagem. O roteiro, por sua vez, concentra-se em pequenas ações e encontros. Assim, características que poderiam permanecer apenas na descrição da personagem passam a ser percebidas diretamente na forma do filme.
As atuações seguem esse registro. Audrey Tautou interpreta Amélie com economia de expressão, enquanto o elenco de apoio compõe personagens definidos por traços marcantes. O resultado mantém uma distância deliberada do naturalismo, coerente com o universo construído por Jeunet.
É essa combinação que explica a permanência de “Amélie” além de sua história de romance e pequenas gentilezas. O filme conseguiu levar uma linguagem visual bem delineada para uma produção de grande alcance popular, fazendo da subjetividade de sua protagonista não apenas um tema, mas o princípio que organiza sua forma cinematográfica.
Para Tom Cruise, dominar a atuação passa também por compreender os bastidores da produção. O astro afirma que incentiva outros atores a frequentarem a sala de edição e estudarem filmes de diferentes épocas para entender como cada escolha técnica influencia o resultado na tela.
Entre os aspectos que considera essenciais estão enquadramento, composição, lentes e iluminação. Como exemplo, Cruise citou Marlon Brando em “O Poderoso Chefão”, dizendo que o ator conhecia o trabalho do diretor de fotografia Gordon Willis e sabia como esses elementos afetavam sua interpretação diante da câmera.
Uma das surpresas do segundo episódio de “Stuart Fails to Save the Universe” é a volta de Kaley Cuoco em uma versão alternativa de Penny, bem diferente da personagem conhecida pelo público. Líder de um grupo de resistência em um universo paralelo, ela adota um comportamento mais frio e confrontador.
A caracterização lembra Katie, personagem interpretada por Amanda Walsh no piloto original de “The Big Bang Theory”, rejeitado pela CBS antes da estreia da série. Na versão exibida anos depois, Kaley Cuoco assumiu o papel em uma reformulação que transformou Penny em uma figura mais acolhedora e aproximou a dinâmica entre os protagonistas.
“Não me lembro de nada que tenha me dado tanto e tão constante prazer desde a infância quanto o cinema — incluindo aí mamadeiras, primas e gibis. A segunda melhor coisa que você pode fazer no escuro é ver um filme. A primeira é ver um grande filme. Obrigado, cinema.” Essa frase de Luís Fernando Veríssimo é uma forma perfeita de iniciar uma reflexão sobre o cinema e seu impacto.
Mas afinal, o que é um grande filme? O cineasta Jean-Luc Godard oferece uma definição que convida à profundidade: “Há dois níveis de conteúdo em um filme — o visível e o invisível. O que está diante da câmera é o visível. Se não há nada além disso, está-se fazendo televisão. Os verdadeiros filmes são aqueles que contêm algo invisível — algo que pode ser percebido entre o visível, sentido porque a parte visível foi pensada de modo específico.”
Essa ideia levanta outra questão: como se faz um grande filme? Quando questionado por um estudante, o diretor Jean-Pierre Melville respondeu de forma direta e precisa: “50% é a história, 50% são os atores, 50% é a direção de arte, 50% é a fotografia, 50% é a montagem, e assim por diante. Se qualquer um desses elementos falha, você compromete metade do filme.”
Essa multiplicidade de fatores evidencia o cuidado e a complexidade que sustentam a criação cinematográfica. O cinema, aliás, é uma arte singular, como bem observa o escritor Guillermo Cabrera Infante: “O cinema é um fenômeno narrativo curioso. É superior à literatura. Não é um romance, mas narra como um romance. Não é uma coleção de pinturas e fotografias, mas contém também fotografias e pinturas. O cinema é a invenção do século 20.”
Para muitos, o amor pelo cinema é algo coletivo, mas o envolvimento é profundamente pessoal. Na série Dawson’s Creek, a personagem principal, que compartilha esse fascínio, responde à pergunta sobre o que a atrai nos filmes: “Não somos nós que escolhemos nossas paixões, elas nos escolhem.”
E no silêncio da tela, encontro meu lugar. Obrigado por me escolher, cinema, e por fazer da minha vida uma história a ser contada.
A 78ª cerimônia do Emmy Awards acontece em 14 de setembro. “The Pitt” lidera com folga, “Hacks” bate recorde de indicações para uma comédia em sua temporada final, e nomes como “Pluribus” e “O Segredo de Widow’s Bay” confirmam a força da Apple TV+ nesta temporada. Abaixo, os indicados organizados por plataforma.
HBO Max
“The Pitt” • 25 indicações
“Hacks” • 24 indicações
“DTF St. Louis” • 13 indicações
“A Knight of the Seven Kingdoms” • 9 indicações
“The Gilded Age” • 8 indicações
“Euphoria” • 7 indicações
“Task”
“The Comeback”
Apple TV+
“O Segredo de Widow’s Bay” • 19 indicações
“Pluribus” • 18 indicações
“Slow Horses” • 9 indicações
“Falando a Real” (“Shrinking”) • 9 indicações
“Margô Está em Apuros” • 8 indicações
“Your Friends & Neighbors”
“The Morning Show”
Netflix
“Treta” (“Beef”) • 16 indicações
“The Beast in Me” • 9 indicações
“Black Rabbit” • 7 indicações
“Monstro: A História de Ed Gein” • 7 indicações
“The Diplomat” • 7 indicações
“Nobody Wants This”
“The Four Seasons”
“Death by Lightning”
“Remarkably Bright Creatures”
Disney+
“The Bear” • 8 indicações
“Paradise” • 7 indicações
“Abbott Elementary” • 7 indicações
“Only Murders in the Building”
“The Testaments”
“História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette”
O Emmy 2026 concentrou suas principais indicações em poucas produções. “The Pitt” lidera a disputa com 25 nomeações, seguida por “Hacks”, que alcançou 24 e estabeleceu um novo recorde entre as comédias. Na sequência aparecem “O Segredo de Widow’s Bay” (19), “Pluribus” (18), “Treta” (16) e “DTF St. Louis” (13).
As produções líderes estão distribuídas entre diferentes plataformas: “The Pitt” e “Hacks” são da HBO Max, “Treta” está na Netflix, enquanto “O Segredo de Widow’s Bay” e “Pluribus” integram o catálogo da Apple TV+.
Melhor série de drama
“A Knight of the Seven Kingdoms”
“Paradise”
“Pluribus”
“Slow Horses”
“The Diplomat”
“The Gilded Age”
“The Pitt”
“Your Friends and Neighbors”
Melhor ator em série de drama
Gary Oldman, “Slow Horses”
Mark Ruffalo, “Task”
Noah Wyle, “The Pitt”
Rufus Sewell, “The Diplomat”
Sterling K. Brown, “Paradise”
Melhor atriz em série de drama
Carrie Coon, “The Gilded Age”
Chase Infiniti, “The Testaments”
Keri Russell, “The Diplomat”
Rhea Seehorn, “Pluribus”
Zendaya, “Euphoria”
Melhor ator coadjuvante em série de drama
Billy Crudup, “The Morning Show”
Carlos-Manuel Vesga, “Pluribus”
Gerran Howell, “The Pitt”
Jack Lowden, “Slow Horses”
Patrick Ball, “The Pitt”
Shawn Hatosy, “The Pitt”
Tom Pelphrey, “Task”
Melhor atriz coadjuvante em série de drama
Allison Janney, “The Diplomat”
Fiona Dourif, “The Pitt”
Karolina Wydra, “Pluribus”
Katherine LaNasa, “The Pitt”
Julianne Nicholson, “Paradise”
Sepideh Moafi, “The Pitt”
Taylor Dearden, “The Pitt”
Melhor direção em série de drama
Hanelle M. Culpepper, “Paradise”
Noah Wyle, “The Pitt”
Salli Richardson-Whitfield, “Task”
Salli Richardson-Whitfield, “The Gilded Age”
Saul Metzstein, “Slow Horses”
Vince Gilligan, “Pluribus”
Melhor roteiro em série de drama
Brad Ingelsby, “Task”
Debora Cahn, “The Diplomat”
Kirsten Pierre-Geyfman e R. Scott Gemmill, “The Pitt”
Valerie Chu, “The Pitt”
Vince Gilligan, “Pluribus”
Will Smith, “Slow Horses”
Melhor série de comédia
“Abbott Elementary”
“Falando a Real”
“Hacks”
“Margô Está em Apuros”
“Nobody Wants This”
“Only Murders in the Building”
“O Segredo de Widow’s Bay”
“The Bear”
Melhor atriz em série de comédia
Ayo Edebiri, “The Bear”
Elle Fanning, “Margô Está em Apuros”
Jean Smart, “Hacks”
Lisa Kudrow, “The Comeback”
Quinta Brunson, “Abbott Elementary”
Melhor ator em série de comédia
Jason Segel, “Falando a Real”
Martin Short, “Only Murders in the Building”
Matthew Rhys, “O Segredo de Widow’s Bay”
Steve Carell, “Rooster”
Yahya Abdul-Mateen, “Wonder Man”
Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Colman Domingo, “The Four Seasons”
Harrison Ford, “Falando a Real”
Michael Urie, “Falando a Real”
Nick Offerman, “Margô Está em Apuros”
Paul W. Downs, “Hacks”
Stephen Root, “O Segredo de Widow’s Bay”
Tyler James Williams, “Abbott Elementary”
Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Dale Dickey, “O Segredo de Widow’s Bay”
Hannah Einbinder, “Hacks”
Janelle James, “Abbott Elementary”
Jessica Williams, “Falando a Real”
Kate O’Flynn, “O Segredo de Widow’s Bay”
Megan Stalter, “Hacks”
Michelle Pfeiffer, “Margô Está em Apuros”
Melhor direção em série de comédia
Andrew DeYoung, “The Chair Company”
Christopher Storer, “The Bear”
Hiro Murai, “O Segredo de Widow’s Bay”
Lucia Aniello, “Hacks”
Mary Lou Belli, “The Ms. Pat Show”
Randall Einhorn, “Abbott Elementary”
Melhor roteiro em série de comédia
Anthony King, “Na Mira do Júri: Retiro Corporativo”
Katie Dippold, “O Segredo de Widow’s Bay”
Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, “Hacks”
Michael Patrick Wing e Lisa Kudrow, “The Comeback”
Quinta Brunson, “Abbott Elementary”
Tim Robinson e Zach Kanin, “The Chair Company”
Melhor minissérie ou antologia
“All Her Fault”
“DTF St. Louis”
“História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette”
“The Beast in Me”
“Treta”
Melhor ator em minissérie, antologia ou filme para TV
Charlie Hunnam, “Monstro: A História de Ed Gein”
Jason Bateman, “Black Rabbit”
Matthew Rhys, “The Beast in Me”
Oscar Isaac, “Treta”
Riz Ahmed, “Bait”
Melhor atriz em minissérie, antologia ou filme para TV
Carey Mulligan, “Treta”
Claire Danes, “The Beast in Me”
Sally Field, “Remarkably Bright Creatures”
Sarah Pidgeon, “História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette”
Sarah Snook, “All Her Fault”
Melhor ator coadjuvante em minissérie, antologia ou filme para TV
Charles Melton, “Treta”
David Harbour, “DTF St. Louis”
Jason Bateman, “DTF St. Louis”
Nick Offerman, “Death by Lightning”
Richard Gadd, “Half Man”
Richard Jenkins, “DTF St. Louis”
Melhor atriz coadjuvante em minissérie, antologia ou filme para TV
Constance Zimmer, “História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette”
Dakota Fanning, “All Her Fault”
Joy Sunday, “DTF St. Louis”
Laurie Metcalf, “Monstro: A História de Ed Gein”
Linda Cardellini, “DTF St. Louis”
Youn Yuh-jung, “Treta”
Melhor direção em minissérie, antologia ou filme para TV
Jake Schreier, “Treta”
Jason Bateman, “Black Rabbit”
Lee Sung Jin, “Treta”
Steven Conrad, “DTF St. Louis”
Melhor roteiro em minissérie, antologia ou filme para TV